SINOPSE
Um diálogo instigante entre história e justiça revela a complexidade do discurso jurídico sobre homicídios no Brasil entre 1940 e 1964. A pesquisa, desenvolvida no Programa de Pós-graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina, explora as nuances das acusações e das pessoas envolvidas nesses crimes, trazendo à tona questões éticas e os impactos duradouros na sociedade.
Com uma abordagem que considera as múltiplas temporalidades dos eventos e a relevância das fontes jurídicas, a narrativa convida à reflexão sobre os “passados que não passam” e suas implicações na contemporaneidade.