SINOPSE
Silêncios institucionais resultam em perdas diárias no Brasil, não por falta de soluções, mas por falhas evitáveis. A omissão do Estado se transforma em um mecanismo contínuo de morte, evidenciado por uma análise técnica e vivencial que introduz o conceito de Dolo Estrutural, revelando a responsabilidade que surge quando sistemas públicos falham repetidamente, afetando os mais vulneráveis.
Questões como saneamento precário e epidemias mal controladas são abordadas, assim como caminhos para responsabilização e transformação institucional. A morte por omissão é uma realidade que pode ser enfrentada e não deve ser tolerada.