SINOPSE
Obras historiográficas são analisadas sob a perspectiva da morte, explorando o imaginário e as sensibilidades políticas que o cercam. Autores renomados oferecem uma base para refletir sobre como a historiografia busca dar sentido ao passado, relacionando a morte ao fenômeno do poder e suas implicações na vida humana. Essa análise revela a importância da memória e das fundamentações epistemológicas que sustentam a historiografia como um regime de verdade.
A segunda parte do texto estabelece um diálogo entre historiografia, antropologia, filosofia política e teoria literária. Essa abordagem permite problematizar a compreensão das relações entre poder, imaginário e representação histórica, levando à reflexão sobre a possibilidade de pensar a historiografia em termos de uma “poética da ausência” e uma “poética do saber”.
