SINOPSE
Investigações profundas revelam as relações entre a materialidade dos suportes históricos e sua resistência ao tempo, além das dinâmicas de poder que influenciam quais histórias são preservadas. A análise abrange a perenidade e obsolescência de pergaminhos, papel, fotografia e mídias digitais, destacando a fragilidade dos dados digitais e a nova era de perda histórica acelerada.
A discussão se aprofunda na epistemologia da narrativa histórica, abordando as seleções e silenciamentos que moldam o que é arquivado. A obra conclui com uma reflexão sobre a efemeridade das histórias contemporâneas, enfatizando que, apesar da abundância de registros, o presente parece escapar mais rapidamente do que nunca.