SINOPSE
Uma profunda investigação revela o universo simbólico e o imaginário de indivíduos considerados “alienados mentais”. Através de análises das internações no Hospício São Pedro, em Porto Alegre, entre 1937 e 1950, a narrativa explora a sutil linha que separa a saúde mental da doença. Com uma abordagem sensível, o texto convida à reflexão sobre as definições de “loucura” e “razão”.
As histórias apresentadas trazem à tona questões complexas sobre a condição humana, desafiando estigmas e preconceitos que cercam a saúde mental. A pesquisa se destaca por sua relevância histórica e social, proporcionando uma nova perspectiva sobre o tema.
