SINOPSE
Imagens elaboradas por diversas ciências em relação à infância muitas vezes parecem distantes da realidade vivida pelas crianças. Essa desconexão gera um “estranhamento” que permeia debates sobre a representação da infância, revelando uma narrativa complexa que envolve a sociedade, a ciência e a literatura.
O estudo da infância se torna, assim, um campo de permanente negociação, onde instituições e normas interagem, contribuindo para uma compreensão mais profunda das experiências infantis. A análise crítica dessas representações é essencial para desmistificar as percepções sobre o ser social que é a criança.