SINOPSE
Relações entre Brasil e Estados Unidos são exploradas ao abordar racismo e a indústria da beleza, revelando as raízes sociais da subjetividade feminina negra. A narrativa investiga a ascensão de uma indústria cosmética voltada para mulheres negras no final do século XIX, em um contexto de normatização da brancura como ideal de beleza e a disseminação de valores de supremacia branca.
Em meio a essa realidade, surgem produtos que prometem clarear a pele e alisar cabelos, refletindo a busca por respeitabilidade em um ambiente hostil. A obra destaca a complexidade das escolhas feitas, revelando a ambiguidade entre o desejo de aceitação e o orgulho da identidade negra, enquanto a indústria da beleza negra se transforma em um espaço de afirmação e resistência.