SINOPSE
Um diálogo enriquecedor com a historiografia que precede e sucede o golpe civil-militar de 1964 revela novas tendências metodológicas no campo da história. Através de fontes variadas, são explorados os relatos memorialísticos, destacando a importância de extrair significados profundos dos atos e palavras que moldaram esse período.
A reflexão sobre a produção da inteligibilidade histórica é central, abordando a dinâmica entre entrevistador e entrevistado. A análise de documentos do antigo Departamento de Ordem Política e Social de Pernambuco (Dops-pe) oferece um panorama abrangente das narrativas de ambos os lados do conflito durante a ditadura.
