SINOPSE
A transformação da morte voluntária em suicídio é o foco central desta obra, que investiga como essa concepção se tornou um crime moralmente inafiançável. A análise abrange a tradição greco-romana e cristã, oferecendo reflexões sobre as crenças contemporâneas e os tabus que cercam a morte autoinfligida.
Explorando a diversidade linguística da antiguidade, a narrativa busca compreender a evolução dos preconceitos morais que permeiam a discussão sobre eutanásia. O texto convida à reflexão e ao debate público, promovendo uma nova visão sobre a morte voluntária e suas implicações sociais.