SINOPSE
A conquista do Algarve sob Afonso III marca um período de intensas contendas entre os reinos cristãos e muçulmanos na Península. As desordens internas e as rivalidades com o infante Afonso de Castela geram uma série de conflitos, enquanto o estado econômico do reino se deteriora, levando a tentativas de reforma monetária e à necessidade de alianças estratégicas.
A luta pelo domínio do Algarve culmina em acordos e desavenças, refletindo a complexidade das relações entre a coroa e o clero. Afonso III enfrenta desafios administrativos e intrigas na Cúria romana, resultando em tumultos civis e um legado marcado por controvérsias e arrependimentos tardios.
