SINOPSE
Um drama de flagícios se desenrola ao longo de mais de dois séculos, revelando o impacto da Inquisição em Portugal. Quarenta mil processos permanecem como testemunhos de atrocidades e agonias, mas a narrativa se concentra em um período crucial de luta entre D. João III e seus súditos hebreus, que se opõem à imposição do tribunal. Essa luta oferece uma perspectiva rica para reflexões profundas.
O cenário revela a corte de um rei absoluto em um momento de esplendor da monarquia, contrastando com a corte de Roma, que, ao reconhecer seus erros, busca a reforma. Essa comparação com os tempos modernos de liberdade provoca uma análise instigante.
