SINOPSE
Explorar as transformações do tratamento dos loucos ao longo dos séculos revela como a sociedade construiu suas fronteiras entre razão e loucura. As técnicas de exclusão, que não foram definidas pela medicina, mas que esta se encarregou de vigiar, revelam um panorama crítico sobre a condição humana. A nova edição traz uma resposta a críticas de um renomado filósofo, enriquecendo ainda mais a discussão.
Ao investigar os limites que uma cultura estabelece para rejeitar o que considera exterior, a obra questiona a racionalidade vigente e os fundamentos da contemporaneidade. A reflexão sobre a razão e a loucura permanece relevante, mantendo viva a controvérsia que gerou.