SINOPSE
Entre 1964 e 1985, o Brasil viveu um período de autoritarismo que alterou profundamente sua estrutura política e social. O golpe que depôs o presidente João Goulart deu início a um regime que, sob a justificativa de combater o comunismo, restringiu direitos e promoveu uma repressão intensa. A centralização do poder e a censura tornaram-se marcas registradas, enquanto o crescimento econômico, embora significativo, acentuou desigualdades sociais e endividamento externo.
Apesar da repressão, movimentos de resistência emergiram, desafiando o regime e contribuindo para a transição democrática. A anistia de 1979 e a abertura política foram passos importantes, mas o legado autoritário ainda influencia a democracia contemporânea. O estudo desse período é crucial para entender as tensões atuais entre direitos fundamentais e práticas autoritárias no Brasil.