SINOPSE
A hiperconexão molda a vida dos jovens da Geração Z, que cresceram imersos na era digital. Nascidos entre a metade da década de 1990 e 2010, esses nativos digitais se apropriaram da tecnologia de forma única, refletindo em seus comportamentos, relações e modos de consumo. A constante troca de informações e a necessidade de estar sempre conectado geram um cenário de hiperconectividade, onde interações superficiais se tornam comuns.
Esse fenômeno, resultado de uma transição histórica do analógico para o digital, ainda é pouco compreendido por estudiosos. O impacto das inovações tecnológicas exige que esses jovens se mantenham atualizados, moldando um perfil caracterizado por liberdade, colaboração e inovação, em um ciclo que parece não ter fim.








