SINOPSE
Questões profundas sobre a morte assistida e o prolongamento da vida pela ciência são exploradas em uma narrativa que reflete sobre a memória e a subjetividade. A protagonista enfrenta dilemas éticos e emocionais ao lidar com a decrepitude de sua mãe, que sofre de Alzheimer, e a proibição cultural e legal que impede a busca pela morte assistida.
Com uma abordagem que mescla ficção e reflexão, a trama se desenrola em um caderno onde a personagem elabora sua cerimônia de adeus, enquanto revisita as histórias da mãe, criando um diálogo entre o real e o imaginário.