SINOPSE
Reflexões poéticas exploram a passagem do tempo e suas nuances, revelando a fragilidade da identidade em meio às transformações. Imagens vívidas de um cotidiano urbano se entrelaçam com a natureza, onde meses e estações se fundem em um ciclo contínuo de renovação e perda.
As borboletas, símbolos de metamorfose, desafiam a realidade, enquanto o calor do verão e a penumbra de dezembro criam um contraste intrigante. A obra convida o leitor a mergulhar em um universo onde a poesia se torna um espelho da existência e suas complexidades.