SINOPSE
Reflexões sobre a atuação revelam as resistências que devem ser superadas para que a criatividade prevaleça. A busca pela “força criativa” no ator é um convite à libertação, onde a verdadeira essência não é uma totalidade, mas uma potência relacional que se manifesta nas interações. Essa dinâmica transforma o ator em um agente de alegria e construção, ampliando suas relações de forma positiva.
A análise dos espetáculos icônicos da década de 60, como Akropolis e O Príncipe Constante, destaca a busca por uma ética de alegria, explorando o intrigante paradoxo entre precisão e espontaneidade. Essa jornada é essencial para compreender a profundidade do trabalho de Grotowski e suas implicações para a arte do ator.
