SINOPSE
Uma mulher em um litoral brasileiro possui um olho direito saudável, enquanto o esquerdo, ferido e sangrante, revela uma conexão sombria. Em meio a árvores ornamentais e frutíferas, uma presença maligna se manifesta, e a protagonista sente a necessidade de teleportar-se até ela. Ao chegar, percebe que a condição da mulher não é física, mas sim uma manifestação de demônios do caos.
O olho ferido simboliza uma ligação com forças obscuras, refletindo a dualidade entre o sobrenatural e o mundo dos vivos. Essa conexão sugere que há muito mais em jogo do que aparenta.