SINOPSE
Um corpo-texto insurgente irrompe em versos livres, revivendo mitos e atravessando ruínas contemporâneas com a intensidade de um ventre em ponto de explosão. Através de uma cidade insuportavelmente quente, antigas vozes silenciadas são evocadas para expressar o indizível, nomeando o que treme e resiste quando a mulher toma a palavra.
Fruto de experiências pessoais e políticas, a obra se apresenta como uma arma ancestral, uma oração em forma de faca, que busca romper ciclos e plantar revoluções. É um convite à reflexão, onde palavras se tornam explosões que atingem o leitor.