SINOPSE
Ao longo dos anos, a prática do graffiti tem sido vista como uma ação ilícita, desafiando as normas de apropriação dos espaços urbanos. Nesse cenário paradoxal, a arte emerge como uma forma de transgressão, questionando as relações entre escrita, desenho e suporte. O graffiti, frequentemente banalizado, revela uma complexidade histórica que se desdobra em múltiplas dimensões.
Essa manifestação artística se entrelaça com diversas políticas institucionais, refletindo as dinâmicas do novo-assistencialismo e do neoliberalismo. A obra explora como o graffiti se insere no imaginário urbano, contribuindo para a construção do ambiente da cidade.