SINOPSE
Grupos de sociedades emergem como protagonistas na economia global, influenciando também a política. Questões como a necessidade de regulação específica, os interesses prioritários a serem protegidos e os instrumentos jurídicos disponíveis para prevenir abusos são discutidas de forma crítica. A análise abrange cinco estratégias regulatórias, com destaque para experiências brasileiras e portuguesas, além de uma atenção especial aos grupos de facto qualificados.
Propostas inovadoras incluem mecanismos de tutela para minoritários, como o direito de saída e a nomeação de administradores provisórios. Essas abordagens visam garantir maior proteção e justiça nas relações societárias.