SINOPSE
Há 100 mil anos, um pequeno grupo de humanos deixou a África, adaptando-se a diferentes ambientes e criando uma diversidade de cores de pele. Com o tempo, alguns retornaram como comerciantes e conquistadores, impondo suas nações sobre o continente africano e propagando a ideia de uma raça distinta, que se espalhou por diversas esferas, incluindo a política.
Essa noção, que sobreviveu a avanços nos direitos humanos e na ciência, gerou líderes que, mesmo de diferentes origens, perpetuaram fronteiras sociais baseadas em uma memória fabricada. A narrativa revela um engano que perdura há séculos, refletindo a complexidade das relações raciais atuais.
