SINOPSE
Questões sobre a representação de um tabu descritivo na Grécia antiga são abordadas de maneira instigante, explorando como uma figura que os poetas evitavam descrever se tornou um ícone visual. A Górgona, com seu olhar petrificante, não apenas provoca terror, mas também gera imagens que refletem o medo e o invisível, revelando a complexidade da produção de imagens na cultura grega.
Aspectos como a visão do horror e a mimese visual são analisados, destacando o impacto estético e cultual do mito. Exemplos narrativos e inovações artísticas enriquecem a discussão sobre a Górgona e suas representações, revelando novas composições e significados.




