SINOPSE
A maternidade, frequentemente idealizada e celebrada, pode se tornar um peso para as mulheres. Reflexões profundas revelam como a culpa, alimentada pela noção do amor materno, perpetua desigualdades de gênero, tanto no cotidiano quanto no ambiente profissional. A desconstrução desse mito é essencial para que as mulheres alcancem a verdadeira liberdade.
No entanto, essa transformação deve ser feita com responsabilidade, levando em conta a saúde de mães, bebês e crianças. É fundamental incluir todos os envolvidos na discussão, promovendo um entendimento mais amplo sobre as escolhas e ações que impactam a maternidade.
