SINOPSE
Reflexões profundas sobre a gestão de pessoas emergem em um cenário dominado pela tecnologia e automação. A obra explora como a Inteligência Artificial e processos automatizados transformam recrutamento e seleção, frequentemente em detrimento da empatia e da humanidade. Questões sobre práticas desumanizantes são levantadas, analisando o impacto dessas mudanças na vida de trabalhadores e empregadores.
A análise crítica e exemplos práticos evidenciam a necessidade de equilibrar eficiência tecnológica com compaixão. Soluções éticas e práticas são propostas para reintegrar a humanidade nos processos de gestão, sem desconsiderar os avanços tecnológicos.