SINOPSE
A gestão de desastres exige uma abordagem que priorize a centralidade das pessoas afetadas e a eficácia das respostas emergenciais. A falta de preparação adequada pode levar a consequências devastadoras, evidenciando a necessidade de um sistema robusto que integre ações rápidas e decisivas. A ausência de um suporte político e jurídico adequado agrava a situação, tornando a recuperação ainda mais desafiadora.
Intenções de prevenção são essenciais, mas muitas vezes falham em se concretizar. A reflexão sobre esses aspectos é crucial para construir uma sociedade mais resiliente e capaz de enfrentar adversidades futuras.