SINOPSE
Reflexões profundas sobre as ontologias ocidentais são apresentadas ao serem confrontadas com saberes aborígenes ancestrais. A autora, imersa na comunidade indígena de Belyuen, busca mediar diálogos entre diferentes visões de mundo, visando proteger o território contra a exploração desenfreada. A obra propõe uma nova perspectiva sobre o liberalismo tardio, questionando sua governança e a acumulação de valor entre grupos dominantes.
Através de conceitos como geontopoder e geontologia, a narrativa revela a divisão entre vida e não-vida, incompatível com a visão aborígene. A resistência indígena diante da exploração mineral e a luta pela preservação de tradições são temas centrais, destacando a conexão entre território e identidade familiar.