SINOPSE
Questões sobre o que a região deseja e pode são exploradas em um contexto de dilemas e transformações. O conceito de “artefato” emerge como uma ferramenta essencial na análise geográfica, revelando a complexidade das interações entre o global e o local, além de destacar as especificidades dos arranjos socioespaciais. Essa abordagem se torna ainda mais relevante diante dos desafios da mundialização e do desenvolvimento desigual.
Organizado por geógrafos, o conteúdo propõe uma investigação aprofundada das dinâmicas econômicas, demográficas e socioculturais da Bahia, oferecendo novas perspectivas sobre a regionalização e suas múltiplas facetas.