SINOPSE
O reconhecimento dos direitos de personalidade e a proteção da dignidade humana ainda não são suficientes para erradicar práticas discriminatórias relacionadas a gênero, idade e deficiência. A figura do sujeito de direitos, muitas vezes, se torna invisível quando se associa a traços de vulnerabilidade, intensificando a opressão e a discriminação. A interseccionalidade revela como diferentes formas de discriminação se entrelaçam, criando um cenário ainda mais desafiador para aqueles que enfrentam múltiplas opressões.
Mulheres negras, por exemplo, frequentemente lidam com a opressão em diversas esferas, enquanto a legislação promete igualdade. Apesar do reconhecimento de direitos, como a identidade de gênero, a exclusão e a violência persistem. O patriarcado continua a afetar a autonomia feminina, manifestando-se em decisões judiciais que desconsideram a vulnerabilidade das mulheres, perpetuando desigualdades e injustiças sociais.