SINOPSE
Uma investigação transnacional revela as complexas interações entre gênero, religião, direitos e democracia na América Latina. Com o declínio da “onda vermelha”, a crescente influência de grupos católicos e evangélicos conservadores na política resulta em reações contundentes contra políticas de equidade de gênero e direitos LGBTQI. Expressões como “ideologia de gênero” e “feminismo radical” são utilizadas para justificar a exclusão e o enfraquecimento de políticas públicas essenciais.
A análise dos padrões atuais de reação ao gênero destaca o neoconservadorismo como um conceito central. A disputa entre diferentes moralidades, explorada em três capítulos, revela novas formas de mobilização que favorecem lideranças de extrema direita, desafiando valores democráticos e acentuando tendências autoritárias na região.