SINOPSE
A violência, enquanto fenômeno atemporal, transcende a mera força física, revelando-se como uma estrutura social que impõe poder e segregação com base em gênero, raça e classe social. A análise crítica do discurso jurídico permite investigar como essa construção ideológica perpetua a subjugação das mulheres ao longo da história, criando privilégios desiguais e silenciando vozes de acordo com suas interseccionalidades.
Pesquisas desenvolvidas por estudantes de Direito da Universidade de Pernambuco, sob orientação de uma especialista, oferecem uma visão aprofundada sobre as práticas que oprimem mulheres, destacando as complexidades das relações sociais e as dinâmicas de poder que persistem na sociedade contemporânea.