SINOPSE
Barreiras invisíveis, mas estruturais, dificultam a ascensão feminina na magistratura, revelando um cenário de desigualdade. A pesquisa analisa o Tribunal de Justiça de São Paulo entre 1988 e 2023, explorando as dinâmicas de gênero e poder no sistema judiciário.
O estudo questiona a reprodução da lógica patriarcal dentro de uma instituição que deveria promover a igualdade. Com uma abordagem crítica, são discutidos os mecanismos que mantêm a magistratura majoritariamente masculina e branca, além de refletir sobre como transformar a igualdade de gênero em uma realidade concreta.