SINOPSE
As figuras esquissadas de Gehry revelam uma alegria sutil, refletindo uma dinâmica metamórfica que desafia o construtivismo. Seus desenhos não apenas se libertam da vocação arquitetônica, mas também encarnam a tensão entre restrição e liberdade, apresentando uma indiferença ao suporte que evita a representação mimética.
Combinando diferentes pontos de vista e indeterminações, suas obras buscam conceber a objetividade dos edifícios como uma soma de possibilidades. A linha serpentinata, símbolo dessa busca, conecta-se a um esforço histórico por uma fórmula pictórica que captura os movimentos da natureza e do pensamento.
