SINOPSE
Um confronto entre o futebol e o Estado de Direito revela um cenário intrigante, onde a paixão pelo esporte se sobrepõe a normas jurídicas. À medida que a Copa do Mundo se aproxima, a estrutura de poder que rege o futebol se torna evidente, com instituições que operam em um espaço quase autônomo, desafiando os princípios do constitucionalismo.
Depoimentos de especialistas e ícones do esporte trazem à tona questões cruciais sobre a governança do futebol. A análise crítica expõe como essa dinâmica impacta a sociedade e propõe reflexões sobre a necessidade de reintegrar o futebol ao domínio público, assegurando que todos possam usufruir desse patrimônio cultural.
