SINOPSE
Reflexões provocativas sobre a atuação dos profissionais do Direito desafiam a visão tradicional sobre a defesa dos interesses dos clientes. Questões surgem sobre a possibilidade de advogados, membros da Advocacia Pública e do Ministério Público reconsiderarem suas posturas em litígios, especialmente à luz do novo Código de 2015, que deve ser encarado como uma inovação e não como uma simples reforma.
A proposta é instigar uma reavaliação das práticas jurídicas, incentivando uma abordagem que priorize a essência do novo processo civil, afastando-se das diretrizes ultrapassadas que podem comprometer sua aplicação efetiva.
