SINOPSE
Refletir sobre a função do inconsciente durante o encontro clínico com crianças é um desafio que envolve a comunicação entre inconscientes, conforme proposto por Freud. A busca por uma interpretação que leve em conta a linguagem e a lalíngua se torna essencial, considerando que a criança, assim como o adulto, lida com a ausência de proporção sexual, muitas vezes representando o que não pode ser calculado.
A posição do analista é crucial para acompanhar o percurso real das crianças, questionando a transmissão familiar e a constituição do sujeito. A construção de uma lógica para intervir nas manifestações infantis e seus complexos efeitos no laço social, especialmente na escola, é um tema central a ser explorado.