SINOPSE
Imaginando a presença de Freud em Recife durante seus últimos dias, a narrativa explora uma travessia sensível entre o fim da vida e a escuta da cultura e da história. Em meio a cartas à filha Anna, o psicanalista observa a cidade como um corpo tropical, repleto de símbolos e vozes que revelam a resistência e a complexidade do ser humano.
As ruas e paisagens tornam-se personagens que oferecem uma nova escuta, onde a dor e a festa coexistem. Essa obra é uma homenagem à cidade, que ensina a transformar a ausência em linguagem e a dor em celebração, propondo um gesto de escuta radical e uma poética da travessia.