SINOPSE
O combate à agressão ao negócio exige a definição de procedimentos preventivos, detectivos e corretivos, envolvendo diversos profissionais, desde conselheiros até executivos de TI. A lógica organizacional para enfrentar fraudes e corrupção é estruturada em um sistema de controle interno, que se integra à metodologia de gestão, definindo responsabilidades e tarefas para stakeholders e intervenientes.
Planos de segurança e contingência são elaborados com base em práticas de controle interno e metodologias específicas. Ferramentas como questionários ajudam a identificar situações de risco e a desenvolver ações para evitar conivência, promovendo uma cultura de tolerância zero ao dolo e garantindo a eficácia na gestão do conhecimento e análise de riscos.




