SINOPSE
Artigos e ensaios exploram a relação entre psicanálise e a contemporaneidade, destacando um paradoxo fundamental: a constituição da vida psíquica não se alinha com a produção das subjetividades atuais. Essa desconexão sugere que a psicanálise pode ser subversiva em um contexto social e cultural em transformação, levantando questões sobre sua relevância e eficácia.
Além disso, são discutidas as consequências do mal-estar na prática psicanalítica, abordando temas como a pulsão da morte e a repetição transferencial. A obra provoca reflexões sobre o impacto do neoliberalismo na alma humana e a busca por um entendimento profundo da subjetividade contemporânea.