SINOPSE
Uma provocativa especulação inicia a reflexão sobre a antropologia do secular, explorando conceitos e práticas que moldam o secularismo. A análise se concentra nas transformações históricas que influenciam as sensibilidades seculares tanto no Ocidente quanto no Oriente Médio, desafiando premissas amplamente aceitas sobre o secular e seu contexto.
O estudo revela que o secular não deve ser considerado um mero sucessor da religião ou aliado do racional. Em vez disso, apresenta-se como uma categoria complexa, interligada às bases da modernidade, democracia e direitos humanos.