SINOPSE
Questões relevantes são levantadas sobre a percepção do atendimento grupal na fonoaudiologia, frequentemente visto como uma solução para demandas públicas ou redução de custos. A análise crítica busca entender as razões por trás da baixa adoção dessas abordagens no campo.
Com uma base teórica sólida, a discussão promove uma reflexão sobre a importância da sistematização de práticas fonoaudiológicas em contextos grupais, oferecendo insights valiosos para profissionais da área que desejam expandir suas abordagens e melhorar a eficácia do atendimento.
