SINOPSE
Vidas se assemelham a rios que nascem nas montanhas, atravessando o espaço e o tempo até se encontrarem com o vasto mar. Cada personagem carrega em si um rio, cujas águas refletem amores perdidos, memórias de um paraíso distante, solidão, dor e a complexidade das emoções humanas. A simplicidade dessas vidas revela a fragilidade de sua existência, como rios em risco de desaparecer.
Ao contemplar a folhagem dos salgueiros, é possível vislumbrar a beleza efêmera que se esconde nas margens, onde a luz do sol dança sobre a pele de um corpo nu, simbolizando a conexão entre a vida e a natureza. A narrativa explora a profundidade das experiências humanas, revelando a riqueza que reside nas pequenas coisas.