SINOPSE
Poemas revelam um eu lírico que se expõe em meio a silêncios, lamentando a perda das memórias urbanas com a demolição de prédios históricos. Em suas reflexões, há um apelo ao amado para que permaneça como a única escolha, enquanto reconhece a fragilidade das palavras que, por vezes, se esvaem em um vazio.
As conversas silenciosas consigo mesma se tornam um delicado exercício de autoexposição, onde a busca por resiliência e a capacidade de emergir se destacam, criando uma conexão profunda entre o eu e o mundo ao seu redor.