SINOPSE
Um olhar crítico é lançado sobre os conceitos de loucura e desordem mental, que no século XX foram dominados por um modelo que reduz a vida mental à fisiologia e à genética. A partir da Antropologia de Hegel, revela-se que a consciência não é apenas uma entidade ideal ou material, mas um fenômeno constitutivo da vida psíquica, cuja liberdade transcende as leis bioquímicas.
Com a fenomenologia de Merleau-Ponty, reforça-se a ideia de que a consciência e o comportamento humano não são reações automáticas. A argumentação convida a reflexão de pesquisadores da Filosofia, Psicologia e Psiquiatria para a criação de uma nova disciplina.
