SINOPSE
Bonecas hiper-realistas, que não choram nem respiram, são cuidadas com ternura quase litúrgica, revelando um fenômeno que toca nas dores e invenções do nosso tempo. Através de um ensaio poético e sensível, são exploradas as histórias de perda, luto e amor, mostrando como esses objetos se tornam filhos simbólicos para muitas pessoas, que buscam preencher vazios emocionais e transformar o luto em afeto.
Esse trabalho oferece uma reflexão profunda sobre o cuidado que persiste diante da ausência e do silêncio. Com uma linguagem literária e fundamentação crítica, a obra convida leitores de diversas áreas a se conectarem com as emoções humanas e a compreenderem novas formas de vínculo simbólico no século XXI.