SINOPSE
Questões sobre identidade nacional e a busca por fundamentos teológicos e políticos da soberania são exploradas de maneira profunda. A crença na identidade é apresentada como essencial para a ação humana, ressaltando a importância da continuidade e permanência, mesmo que essa noção seja uma construção fictícia. A reflexão se dá em um paradigma aberto, permitindo correções e diálogos sobre a complexidade da ideia de Nação.
A discussão sobre a legitimidade da nação, baseada em crenças, revela as tensões entre perspectivas essencialistas e construtivistas. A análise histórica das aporias entre religião e soberania oferece um panorama rico e provocador sobre a formação da identidade nacional.
