SINOPSE
Literaturas de autores como Kafka, Musil e Rilke exploram a relação da palavra com a incerteza do mundo. Fernando Pessoa, em particular, provoca um diálogo inquietante sobre a existência do sujeito, questionando a natureza da identidade e da memória. Essa reflexão se entrelaça com a psicanálise, que também enfrenta a tensão entre ficção e realidade.
A proposta é investigar como a heteronímia de Pessoa revela a fragilidade da identidade, sugerindo que nossas histórias podem ser construções fictícias. Essa abordagem desafia a visão tradicional da psicanálise, propondo uma nova perspectiva sobre a relação entre ficção e verdade.