SINOPSE
Por que pacientes com o mesmo diagnóstico de TEPT apresentam respostas tão distintas aos tratamentos? Questões como essa são exploradas em uma proposta inovadora que busca transformar a compreensão e o tratamento das consequências de experiências adversas. Ao invés de se basear em diagnósticos tradicionais, a abordagem se fundamenta em substratos neurobiológicos, utilizando um novo mapa conceitual que organiza o sofrimento pós-traumático de maneira mais eficaz.
Seis fenótipos clínicos são apresentados, cada um ancorado em circuitos funcionais específicos, como o Fenótipo do Medo e da Hipervigilância e o Fenótipo Dissociativo. A obra também discute implicações diretas para a escolha terapêutica, incluindo um capítulo sobre avaliação dimensional e um anexo com um checklist clínico para intervenções farmacológicas, visando uma prática clínica mais precisa e alinhada com os avanços das neurociências.