SINOPSE
Constantemente somos incentivados a buscar a felicidade, como se essa fosse a única meta válida. Através de uma análise histórica e filosófica, dois pensadores exploram como diferentes épocas e sociedades definem o que significa viver uma vida plena. Essa reflexão provoca questionamentos sobre a liberdade de escolha e se, diante de tantas opções, realmente nos aproximamos desse ideal.
Os autores também abordam as nuances mais sombrias do tema, sugerindo que a felicidade pode estar entrelaçada com o sofrimento alheio ou no amor ao próximo. Sem a busca pela felicidade, o que nos resta?