SINOPSE
Uma pesquisa inovadora revela as complexas dinâmicas do trabalho escravo nas Américas ao longo de três séculos. A análise abrange debates entre senhores, governantes e juristas sobre a administração de propriedades escravistas, buscando maximizar lucros enquanto minimizava perdas e revoltas. Questões filosóficas também emergem, refletindo sobre a escravidão em um contexto de modernização econômica e política.
Examinando leis, tratados e obras acadêmicas do Brasil, Cuba, Estados Unidos e Caribe, a obra ilumina como as concepções sobre escravidão evoluíram, interligando princípios clássicos e novas ideologias econômicas, enriquecendo o debate sobre a formação histórica do continente.




